Governança no voltOS não é um checkbox de compliance. São controles operacionais que impedem erros antes que aconteçam e registram tudo que acontece.
Cada um resolve um risco específico de operações de liquidação em GD.
Operações críticas — como reversão de ciclo, aprovação de estorno ou alteração de regra — exigem aprovação de duas pessoas diferentes. Uma pessoa inicia, outra aprova.
Quem importa faturas não pode aprovar ciclos. Quem calcula não pode alterar regras. Funções separadas por design, não por combinação informal.
Monitoramento contínuo compara resultados esperados vs. reais. Se um ciclo diverge do padrão histórico além de thresholds configuráveis, alerta automático antes de qualquer aprovação.
Feature flags com capacidade de desligamento instantâneo. Se uma feature nova apresentar comportamento inesperado, é desativada em segundos sem deploy.
Toda ação no sistema — login, cálculo, aprovação, consulta, exportação — é registrada com identificação do usuário, timestamp, IP, dados afetados e resultado. Imutável.
Fluxos de aprovação configuráveis por tipo de operação. Ciclos acima de determinado valor, estornos ou mudanças regulatórias podem exigir aprovação multi-nível.
Simulação de como o audit log registra operações no voltOS.
Múltiplas camadas de controle. Se uma falha, as outras seguram. Não depende de uma única barreira.
Governança no código, não no manual. RLS no banco, não no middleware. Imutabilidade no schema, não na confiança.
Todo controle é auditável. O sistema não esconde decisões. O operador vê exatamente o que aconteceu.
Em caso de dúvida, o sistema bloqueia. Melhor um falso positivo que um ciclo errado aprovado.
Se um auditor perguntar "o que aconteceu?", o sistema responde com dados, não com narrativas.
Nenhum usuário é confiável por definição. Toda ação exige autenticação, autorização e registro.
Descubra como o voltOS protege sua operação com controles reais.
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